Trump envia destróier USS com 122 mísseis e submarino de ataque nuclear à Venezuela em nova escalada militar no Caribe; Maduro reage: “Ninguém toca nesta terra”

Trump envia destróier USS com 122 mísseis e submarino de ataque nuclear à Venezuela em nova escalada militar no Caribe; Maduro reage: “Ninguém toca nesta terra”

Trump envia destróier USS com 122 mísseis e submarino de ataque nuclear à Venezuela em nova escalada militar no Caribe; Maduro reage: “Ninguém toca nesta terra”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou uma nova ofensiva militar no sul do Caribe, direcionando o destróier USS Lake Erie, equipado com 122 mísseis, e o submarino USS Newport News, de propulsão nuclear, às proximidades da Venezuela. Essa movimentação ocorre em meio à intensificação da campanha contra o regime de Nicolás Maduro, acusado por Washington de narcotráfico e alianças com grupos criminosos transnacionais.

Uma operação militar em várias frentes

Além dos navios, a operação militar inclui também o retorno de três contratorpedeiros do Grupo Anfíbio de Prontidão (ARG), que haviam recuado temporariamente devido ao furacão Erin. Agora, com tempo firme, eles voltam à rota, acompanhados de aeronaves como o Boeing E-3 Sentry e o avião Poseidon P-8, que realizam missões de vigilância e patrulhamento no entorno de Aruba e do litoral venezuelano.

Esses navios podem ser empregados tanto para operações de inteligência e dissuasão quanto para ataques táticos, caso haja agravamento do cenário. Os alvos principais seriam embarcações semissubmersíveis utilizadas por cartéis para transportar entorpecentes até o México, com destino final aos EUA.

Maduro reage com firmeza

Em resposta direta às ações dos EUA, o presidente venezuelano Nicolás Maduro discursou em rede nacional no dia 25 de agosto, afirmando que “ninguém toca nesta terra” e que o povo venezuelano defenderá “sua pátria, sua paz e sua segurança”. Maduro desafiou os Estados Unidos a responderem como agiriam se figuras políticas americanas pedissem intervenção estrangeira contra seu próprio país.

Essa provocação foi usada para justificar a mobilização da população civil armada e dos milicianos chavistas como estratégia de proteção nacional. É uma postura que já havia sido adotada pelo líder chavista no início do mês, quando ele disse que defenderia “os mares, os céus e as terras” da Venezuela contra “a ameaça bizarra e absurda de um império em declínio”.

O cenário geopolítico se complica

A tensão crescente entre EUA e Venezuela ocorre em um cenário geopolítico cada vez mais complexo. Enquanto a Rússia amplia suas liquidações e passa a usar o yuan nas exportações para o Brasil em 2025, a Índia pressiona por maior uso da rupia em acordos comerciais do BRICS em 2025. O Brasil e a África do Sul, por sua vez, resistem e defendem o sistema multimoedas contra o avanço do yuan da China.

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