Tem curiosidade em fazer um mapeamento genético e gratuito? Saiba como participar do mapeamento genético do Projeto Gen-t em Salvador

Tem curiosidade em fazer um mapeamento genético e gratuito? Saiba como participar do mapeamento genético do Projeto Gen-t em Salvador

Ciência e Tecnologia

O Projeto Gen-t do Brasil abriu novas vagas em Salvador para quem deseja participar de um dos maiores estudos genômicos da América Latina. A iniciativa pretende incluir cinco mil voluntários nesta etapa, que acontece na sede do SENAI CIMATEC, em Piatã, com 80 vagas disponíveis diariamente.

O objetivo é mapear o DNA de 200 mil brasileiros e criar o maior banco genético já registrado no continente.

Os moradores que se inscreverem no projeto passam por uma coleta de sangue simples e, durante cinco anos, têm acesso a exames laboratoriais gratuitos.

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Entre os procedimentos estão:

No terceiro ano de acompanhamento, os participantes recebem também um mapa detalhado de ancestralidade global e subcontinental, com informações sobre continentes e países de origem de seus antepassados.

Para participar do mapeamento genético em Salvador, é necessário:

Site Oficial.

Os resultados dos exames são enviados em até quatro dias úteis, por e-mail, WhatsApp ou SMS.

Salvador foi escolhida como um dos polos do estudo devido à sua diversidade histórica e genética.

Desde 2023, o Projeto Gen-t já recrutou milhares de voluntários em diferentes regiões do Brasil.

Na primeira etapa realizada na capital baiana, mais de cinco mil pessoas participaram.

A diversidade brasileira é considerada única, com a contribuição de três grupos parentais principais: indígenas, europeus e africanos subsaarianos.

Essa mistura faz do país um território de grande interesse para a genética médica e farmacogenética, já que os genomas brasileiros ainda são pouco representados nos estudos internacionais.

Atualmente, cerca de 80% dos genomas estudados no mundo são de origem europeia. Apenas 1% representa a população hispânica ou latino-americana.

O Projeto Gen-t busca mudar esse cenário ao criar o maior banco de dados genômicos da região, reunindo informações que poderão influenciar diretamente em pesquisas de medicina de precisão, desenvolvimento de novos fármacos e genética populacional.

Segundo os organizadores, essa será a primeira população altamente miscigenada a ser mapeada em larga escala, preenchendo uma lacuna nos grandes estudos científicos globais.

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