Renato Cariani visita a impressionante mansão de Thiago Nigro em Alphaville, comprada de Neymar por R$ 40 milhões e transformada em um palácio de R$ 70 milhões com lago, cinema, sala de oração e brinquedoteca gigante

Renato Cariani visita a impressionante mansão de Thiago Nigro em Alphaville, comprada de Neymar por R$ 40 milhões e transformada em um palácio de R$ 70 milhões com lago, cinema, sala de oração e brinquedoteca gigante

Curiosidades

Renato Cariani e Júlio Balestrin visitaram a luxuosa mansão do Thiago Nigro em Alphaville, imóvel que o especialista em finanças comprou do Neymar e que está passando por uma reforma completa.

A visita ocorreu a agluns meses, onde a dupla mostrou em detalhes a grandiosidade do projeto, que transforma a antiga residência em uma mansão de 2.800 m² com lago-piscina, cinema, brinquedoteca, academia, escritório com estúdios e uma série de ambientes de alto padrão planejados para uso familiar e conforto diário.

A visita começa com Renato Cariani e Júlio Balestrin chegando a Alphaville, em um residencial que, segundo eles, “se destaca pela natureza”. A sensação descrita por Renato Cariani é a de estar “num bosque”, com muitas árvores ao redor.

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O grupo — que inclui ainda a equipe técnica e o anfitrião — brinca com o tamanho do terreno e o número de carros estacionados. “Impressão minha ou o quarteirão inteiro é essa casa?”, dispara um deles, em tom de surpresa.

No primeiro giro pelo térreo, os visitantes percebem a escala do projeto. Nigro conta que quase 60 pessoas trabalham diariamente, e que a obra já dura cerca de oito meses na época.

A comparação “duas quadras de futebol” surge para dimensionar a área útil que se vê. A sensação geral é de se tratar menos de uma “casa” e mais de um “bairro”, como brincam.

Thiago explica que a residência já tinha estrutura metálica e algo como 1.800 m² de área construída quando ele a comprou.

A família decidiu refazer “todos os 1.800 m²” e acrescentar outros 1.000 m², chegando, portanto, a 2.800 m² de área construída.

A intervenção não é cosmética: ele diz que a esposa começou pedindo “uma diferencinha”, e o plano evoluiu para um redesenho completo de ambientes, fachadas e usos.

Do lado de fora, o projeto mais comentado é o lago que funcionará como piscina — “a nossa piscina é o lago”.

A proposta inclui areia branca em volta, pontos de luz espalhados e revestimentos de mármore travertino.

Nigro revela ainda que haverá um telão de LED de 4 metros, embutido atrás de uma parede falsa que se eleva até a altura do gazebo. A família pretende assistir a shows e séries nesse espaço, com som potente para completar a experiência.

Ao lado, o gazebo funciona como um spa e ganha um dado comparativo saboroso: com cerca de 50 m², é “maior” que o primeiro apartamento em que Nigro morou — ele lembra dos 31 m² e da vida “apertada” de quando trabalhava como garçom.

Os números que aparecem no passeio são robustos. Nigro fala em 1400 m² de pisos de travertino comprados para o conjunto da obra

Questionado sobre o preço por metro quadrado, cita algo “em torno de R$ 700”, e arremata: “quase R$ 2 milhões só de piso”. Em seguida, registra que “pedra é muito cara” e que o montante de pedras fica ainda maior do que o de pisos.

Surge então a discussão sobre aquisição, obra e valorização.

Renato Cariani estimou que a casa valeria R$ 40 milhões, com mais R$ 20 milhões de obra, chegando a R$ 60 milhões — argumentando que o negócio só faria sentido se o imóvel final pudesse valer ao menos R$ 100 milhões.

Nigro responde que o raciocínio “tem muita lógica”, comenta ter financiado a juros que considera vantajosos em relação ao rendimento de seus investimentos e defende que o ativo imobiliário tende a, no mínimo, acompanhar a inflação.

Em um momento, ele solta a frase “a gente já investiu aqui é 19,5 milhões”, mas logo depois alinha a expectativa: “A gente deve fechar nos 25 [milhões]” de obra.

Portanto, aproxima o gasto total de algo como “quase 70” (somando compra e reforma).

Numa ala de apoio, aparecem a cozinha dos funcionários — “meio Grécia”, com mesa, geladeira e integração visual — e a sala da governanta.

Nigro lista o quadro atual de pessoal: 15 funcionários entre cozinheiras, caseiro, babás, motorista e segurança; ele acredita que a equipe deve crescer “uns dois” após a mudança, mais para dar conta da manutenção de espaços do que por mudança de rotina.

Ele comenta ainda que a cama “tem que estar sempre cheirosa”, numa referência à exigência de conforto diário e à cadência de serviços da casa.

A antiga reforma feita por Neymar, segundo conta o Nigro, incluiu um elevador maior, com capacidade para 12 pessoas.

Nigro diz que manterá o equipamento. Por causa de andaimes e frentes de serviço, a subida naquele dia se dá por uma escada provisória.

A circulação definitiva terá o elevador no centro e rampas/esquadrias novas, conforme os ambientes forem concluídos.

No pavimento superior, o escritório de Nigro ocupa uma grande área envidraçada com vista para o lago.

Às sextas-feiras, ele pretende trabalhar de casa — “dia de influenciador”, consultas médicas e compromissos de casal.

O espaço prevê três estúdios para gravações em cenários diferentes, uma mesa de reunião, a mesa principal de trabalho e um fliperama.

O piso será acarpetado “bem gostoso”, e a ideia é que o ambiente permita alternar entre trabalho e gravação sem deslocamentos.

Em outra ala, aparece o cinema: uma tela que desce do forro com blackout automático, dois níveis de assentos tipo sofazão e uma copa de apoio com máquina de pipoca.

Logo ao lado, a sala de automação dá a medida da infraestrutura: cabeamentos fartos, equipamentos etiquetados, documentação de cada fio e uma rede sem fio reforçada.

O comentário é que cada roteador custa na casa de “R$ 800 a R$ 1.000”.

O quarto da Sofia, filha do casal, é citado como exemplo de escala e capricho. O espaço é amplo, com área para amigas dormirem, elementos lúdicos e um banheiro próprio.

A vista também é destacada como um dos encantos da casa. Nigro contextualiza que a filha está acostumada a ter uma brinquedoteca grande desde a casa anterior, o que ajuda a regular as expectativas até tudo ficar pronto.

Na área de lazer infantil, o roteiro revela a transformação de uma antiga quadra de squash em um ambiente de brincar “de shopping”: dois níveis, tobogã e estrutura com pé-direito alto.

Ao lado, uma salinha de estudos e atividades criativas — ele cita pintar “Bobby Goods” com a filha e comenta, em tom bem-humorado, o sucesso de um livro de colorir que derrotou seu próprio lançamento no ranking geral.

Na suíte master, aparecem soluções incomuns. O closet tem escala de “loja”, com iluminação em LED, gavetas específicas para acessórios e relógios e uma sapateira posicionada para facilitar a saída. Há uma passagem secreta ligando o quarto da filha ao dos pais, pensada para deslocamentos noturnos.

No dormitório, o destaque é o colchão de 4 metros (a cama também terá moldura estofada ampla), pensado para acomodar toda a família.

O banheiro inclui uma lareira na área íntima e um chuveiro envidraçado com vista aberta para o verde. A banheira ficará voltada para a mesma paisagem.

Em um momento de descontração, o grupo para diante de um vaso sanitário “de 40 pau”, que higieniza, esteriliza, conta com raio ultravioleta e funções automáticas. A brincadeira com “patrimônio” e “ativo” rende boas risadas.

Outro detalhe estrutural é o monta-carga (ou pequeno elevador de serviço) que liga a cozinha da equipe, no pavimento inferior, à suíte: a comida chega “como serviço de quarto”. Nigro comenta que a casa tem cardápio impresso da semana, prática que organiza a rotina.

Ao serem perguntados sobre conforto térmico, Nigro afirma que instalou piso aquecido na casa inteira — o que rende provocações sobre “piso da academia aquecido” e até “piso dos cachorros”.

No meio das idas e vindas de orçamento, Nigro defende dois conselhos que diz carregar: invista num bom travesseiro e numa boa cama, porque um terço da vida se passa dormindo; e more bem, porque grande parte do tempo restante acontece em casa.

Ele repete que a família quer “ter um monte de filhos”, que a esposa está grávida e que a ideia é morar ali por muitos e muitos anos, e não “fazer para vender”.

A conversa sobre liquidez surge quando alguém pergunta se existem casas de R$ 100 milhões à venda em Alphaville.

A resposta é que há poucas avaliações nessa faixa e, no mercado, talvez “uma à venda”. Nigro reconhece que se trata de um imóvel de baixa liquidez, mas rejeita a expressão “elefante branco” e reforça que o projeto foi pensado para uso próprio, perto do escritório, e para longa permanência.

Ao longo do passeio, os visitantes perguntam sobre Neymar. Nigro diz que o jogador comprou o imóvel e “usou muito”, ainda que inicialmente como investimento.

Ele comenta que a irmã de Neymar morou por bastante tempo na casa e que havia resistência dela em sair, mas, por decisão do pai, a mudança aconteceu.

Em um cômodo reservado, Nigro apresenta a salinha de oração. O ambiente terá revestimento de pedra de Jerusalém e um grande colchonete no piso para permitir conforto ao ajoelhar.

Ele resume a visão da família: há “ataques físicos” e “ataques espirituais”, e, para estes, a resposta também deve ser espiritual, com oração e disciplina. A limpeza do local, diz, será feita pela própria esposa, que o considera um espaço íntimo.

Nigro comenta ainda que a casa frequentemente recebe células às quintas-feiras, reunindo “todos os casais” com suas crianças — o que ajuda a explicar a ênfase em brinquedoteca, cinema e áreas sociais amplas.

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