O maior prédio residencial do Brasil tem 290 metros e 84 andares: One Tower concentra luxo extremo, apartamentos de até R$ 20 milhões e virou símbolo da “Dubai brasileira”

O maior prédio residencial do Brasil tem 290 metros e 84 andares: One Tower concentra luxo extremo, apartamentos de até R$ 20 milhões e virou símbolo da “Dubai brasileira”

## O maior prédio residencial do Brasil tem 290 metros e 84 andares: One Tower concentra luxo extremo, apartamentos de até R$ 20 milhões e virou símbolo da “Dubai brasileira”

No coração do litoral catarinense, Balneário Camboriú se transformou da tradicional cidade litorânea em um gigante da arquitetura vertical. E no centro dessa revolução e do mapa de arranha-céus brasileiros, se ergue o One Tower: um edifício residencial de 290 metros e 84 andares, o mais alto do país, que redefiniu a paisagem urbana brasileira e ganhou o título de símbolo do luxo extremo no Brasil.

Uma Janela para o Luxo

As dimensões do One Tower são impressionantes: um verdadeiro cartão postal de luxo e sofisticação. Cada apartamento representa o auge do requinte, com vistas panorâmicas da cidade e do mar, preços que ultrapassam os R$ 20 milhões e espaços amplos e modernos que atraem moradores de todo o país, além de investidores em busca de status e rentabilidade.

Mais que apenas um edifício residencial, o One Tower representa a ascensão de Balneário Camboriú no mercado imobiliário global. Com sua construção desafiadora em um litoral com características peculiares, o prédio se tornou símbolo da capacidade técnica e inovadora brasileira. A maresia, os ventos fortes e o solo arenoso exigiu soluções de engenharia avançadas, colocando o One Tower lado a lado com arranha-céus históricos em cidades como Dubai, Nova York e Hong Kong.

## A “Dubai Brasileira”

A construção do One Tower eleva o tema da “Dubai brasileira” a outro patamar, gerando debates nacionais sobre a verticalização acelerada e seu impacto no contexto urbano. Balneário Camboriú, rica em uma pequena faixa de areia, viu sua paisagem se transformar rapidamente, com prédios cada vez mais altos e imponentes, contrastando com a natureza exuberante do litoral catarinense.

O fenômeno das sombras na praia, causado pela imponente silhueta dos arranha-céus, se tornou um tema controverso. Nos meses de inverno, com a incidência solar mais baixa, parte da Praia Central era tomada por uma penumbra, impactando diretamente a experiência dos frequentadores.

A prefeitura, em uma solução ousada, respondeu ao desafio. Em 2021, a faixa de areia da Praia Central foi alargada artificialmente, expandindo-se de 25 para 70 metros. Profundizando o debate, a obra custou cerca de R$ 50 milhões, gerando questionamentos sobre o custo-benefício da solução e a viabilidade de manter a paisagem original da praia.

A história do One Tower, então, se torna um reflexo da complexa relação entre a busca pelo desenvolvimento, a imponência arquitetônica e a valorização da natureza e da sustentabilidade urbana.

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