O Brasil registrou oito casos de hantavírus apenas no ano de 2026, o que tem causado preocupação entre a população. No entanto, o Ministério da Saúde afirmou que esses casos não têm qualquer relação com o surto em um navio de cruzeiro em alto mar. De acordo com a pasta, os casos brasileiros não são resultado de transmissão interpessoal, como os registrados na Argentina e no Chile, e não há registros de circulação do vírus Andes no Brasil. A doença, que é causada pelos vírus hantavírus, tem transmissão viral e pode ser transmitida por meio de contato com excreções de roedores silvestres ou superfícies contaminadas.
O hantavírus é uma doença respiratória rara e os sintomas iniciais são febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e problemas gastrointestinais. No entanto, a doença pode evoluir para dificuldade respiratória e hipotensão. Não existem vacinas ou tratamentos específicos para a doença e a sobrevida aumenta com o suporte médico precoce e internação em UTIs. O risco global de disseminação do hantavírus é avaliado como baixo pela Organização Mundial de Saúde (OMS), embora dependa de fatores ecológicos que afetam as populações de roedores. É importante notar que a transmissão entre pessoas foi relatada, especialmente em contatos próximos e prolongados.
É fundamental tomar medidas de precaução para evitar a transmissão do hantavírus. A principal via de transmissão é por meio de contato com excreções de roedores silvestres ou superfícies contaminadas. Além disso, a doença pode ser transmitida por meio de contato com materiais infectados, como roupas, móveis e equipamentos. Para evitar a transmissão, é fundamental realizar limpeza e higienização de superfícies e equipamentos, e evitar o contato com roedores silvestres e áreas onde eles habitam. Além disso, é importante monitorar a saúde e buscar atendimento médico logo que surgirem sintomas.
