Conheça os tatuzões gigantescos com 10,66 metros de diâmetro que vão escavar 17,6 km de túneis da Linha 19-Celeste ligando Guarulhos ao centro de São Paulo

Conheça os tatuzões gigantescos com 10,66 metros de diâmetro que vão escavar 17,6 km de túneis da Linha 19-Celeste ligando Guarulhos ao centro de São Paulo

Gigantescos “Tatusões” vão escavar 17.6 km de túneis da Linha 19-Celeste em São Paulo

Prepárese para conhecer os verdadeiros heróis por trás da tão aguardada Linha 19-Celeste de São Paulo! São eles os “tatuzões”, máquinas gigantescas que encarregam-se de abrir caminho por debaixo da cidade, conectando Guarulhos ao centro de São Paulo por meio de 17.6 quilômetros de túneis. Imagine um sistema subterrâneo que vai revolucionar a vida de milhares de pessoas com um transporte público mais rápido e eficiente! E não são qualquer “tunneis” – a obra exige um trabalho de engenharia complexa e precisa.

Asferas de aço e concreto: conhecendo os “Tatusões”

Com um diâmetro interno de 9.5 metros e um exterior de 10.66 metros, os “tatuzões” da Linha 19-Celeste podem ser considerados verdadeiros mastodontes! Essas máquinas impressionantes são equipadas com tecnologia de ponta e irão moldar o subsolo da cidade de São Paulo. Durante a escavação, os túneis receberão um revestimento reforçado em anéis de concreto pré-moldado de 40 centímetros de espessura, garantindo a segurança e a durabilidade da estrutura. Uma proteção extra contra os choques e a pressão do solo é fornecida por fibras e aço.

Adaptando-se ao desafio: a dinâmica dos “Tatusões” no solo

Para garantir que a obra seja realizada com a máxima eficiência e segurança, a equipe utilizada dois modelos de tuneladoras, cada uma com suas características específicas. O modelo Slurry é o escolhido para áreas com solos arenosos e lençol freático elevado, enquanto o Dual Mode combina as tecnologias EPB e Slurry, abrangendo condições geológicas mais desafiadoras.

Essa versatilidade é fundamental para adaptar o processo de escavação às diferentes condições do solo ao longo do trajeto. Imagine essas máquinas como especialistas em diferentes terrenos!

Uma dança precisa: Orquestrada por engenheiros e “Tatusões”

As “tuneladoras” entram em ação em pontos estratégicos de acordo com o projeto. A primeira máquina começa sua jornada na Estação Jardim Julieta, escavando 5,7 quilômetros até o Bosque Maia, saindo no VSE-1, em José Calixto Machado, dentro do Lote 1.

A segunda tuneladora também parte da Jardim Julieta, mas nesse caso segue em direção oposta, avançando 5,2 quilômetros até a Estação Vila Maria, onde será desmontada, no Lote 2. A terceira e última tuneladora dá início à sua aventura na Vila Maria, rumo ao Bixiga, percorrendo 5,5 quilômetros e sendo retirada no VSE-18, no Lote 3.

A movimentação de tais máquinas exige um trabalho minucioso e precisão de alta ordem. Antes da chegada de cada tuneladora, as lajes de fundo precisam estar totalmente concluídas. Essa etapa é crucial para garantir a precisão nos trechos críticos da obra, como nas estações Cerealista, São Bento e Anhangabaú. Por se tratarem de áreas com solo arenoso e lençol freático elevado, os riscos durante a escavação são maiores, exigindo um cuidado redobrado com cada passo da obra.

Para facilitar o deslocamento das máquinas, os engenheiros planejaram perfis metálicos embutidos nas lajes, lubrificados com graxa. Essa estratégia garante um deslizamento suave da tuneladora, evitando problemas e garantindo o avanço seguro da construção.

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