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PARABÉNS, BRAVOS PANIFICADORES!

Dia 8 de julho é o “Dia Panificador”. E mesmo em tempo de COVID-19, há razões de sobra para comemorações.

 

 

Não. Não dá para imaginar a vida sem padaria, não é mesmo? Basta perguntar a qualquer morador ou moradora de São Paulo qual o tipo de comércio que eles preferem, e a chance de ouvir que são as padarias é enorme. Pois é, quando um consumidor entra numa panificadora, é como se um portal para um delicioso mundo de maravilhas se abrisse diante dele. Pães dos mais variados tipos, doces e bolos de dar água na boca, tortas açucaradas ou salgadas, lanches na copa, riquíssimos bufês de café da manhã, almoço e jantar, sem falar nas pizzas e nas sopas, sempre saborosas e quentinhas, e na infinidade de outros produtos e conveniências, que transformaram a padaria moderna em verdadeiras centrais de abastecimento e serviços de alimentação.

E, por trás dessa verdadeira “orquestra” capaz de tocar múltiplas sinfonias, há sempre um maestro atencioso e preocupado com a satisfação de seus clientes: o panificador, cuja data máxima do ano se comemora no dia 8 de julho, dia de Santa Isabel, padroeira dessa laboriosa categoria de profissionais. A data, que é celebrada por diversas entidades patronais em todo o País, é sempre comemorada também com uma grande festa organizada pelo SAMPAPÃO, o Jantar do Panificador – realizado simultaneamente à entrega da homenagem aos “Panificadores do Ano” –, que, este ano, em função da pandemia do coronavírus, tiveram que ser canceladas. Tratou-se de uma atitude consciente e responsável das entidades de panificação de São Paulo, no sentido não só de obedecer as restrições impostas pelas autoridades, mas, sobretudo, de proteger a saúde de seus associados e familiares, que invariavelmente lotam e inundam com sua alegria o salão da festa.

 

RESILIÊNCIA E ADAPTAÇÃO

Porém, a suspensão do evento não significa absolutamente que o Dia do Panificador não deva ser comemorado com muita animação neste ano de 2020. Isso porque a data, que é uma justa homenagem a essa categoria, representa também a celebração da expressão máxima do reconhecimento ao talento desses bravos profissionais em vencer todo o tipo de desafio que se coloca em seu caminho, qualquer que seja a natureza dele, como uma espécie de dom divino que todo empresário e pessoa que, com seu trabalho, honra diariamente o seu compromisso de servir à população tem em seu DNA.

Sim, nesse quesito “genético”, os panificadores brasileiros e, em especial os paulistas e paulistanos foram muito bem aquinhoados. E isso não só porque ele, hoje, configura nossas padarias como modelo e exemplo de atuação para o mundo, como também expõe de maneira clara e inequívoca os atributos inesgotáveis de coragem, resiliência e adaptação de nossa classe em face a toda e qualquer dificuldade e momento de crise. Foi assim no passado – em tristes tempos de guerras mundiais e de revoluções –, é assim no presente, durante essa pandemia da COVID-19 – e, sem dúvida alguma, será assim no futuro, quando esse ciclo difícil ficar para trás, e outros desafios, tomara não tão contundentes como este que vivemos nos dias atuais, se colocarem em nosso caminho para serem vencidos sempre com muita raça, garra e ousadia.

CONFIANÇA QUE NÃO SE MEDE

O pão nunca faltará à mesa de quem precisa da padaria. E todos os clientes dessas casas, que precisam delas para continuar levando suas vidas tanto em tempos de crise quanto naqueles da ansiada “normalidade” nos quais todos esperarmos voltar a viver, sabem e têm absoluta certeza disso. E isso, na prática, é só mais um motivo de honra e orgulho para o estreitamento dos profissionais e operadores dessa valorosa categoria no relacionamento com eles.

A conquista dessa confiança, como diz aquela célebre propaganda, “não tem preço”. E isso, não são apenas palavras alinhadas em um discurso bonito, mas, sim, a prática da pura realidade que qualquer cliente ou cidadão pode constatar, por exemplo, ao visitar as padarias associadas ao SAMPAPÃO de qualquer bairro ou município dentro da base territorial das entidades. E, chegando a qualquer uma delas, também, verá que no comando dessa casa, existe o trabalho de um grande panificador. Uma figura que, com muita determinação, juntamente com suas motivadas equipes de colaboradores, enfrenta os desafios do dia a dia no negócio de alimentação, sempre em busca da melhoria da qualidade do atendimento e do aperfeiçoamento de sua oferta de produtos e serviços, gerando riqueza e prosperidade para a economia e, o que é mais importante, satisfação em altas doses para seus clientes.

Não foi à toa, portanto, que paráfrase ao título do livro “Bravos Panificadores” –, publicado em 2015 pelo SAMPAPÃO para celebrar a trajetória dessa valorosa e sempre presente categoria de profissionais, e também utilizada como título desta reportagem – é mais do que emblemática e válida.

Por isso, panificadores, tenham sempre orgulho do papel que merecidamente ocupam na vida dos paulistanos, paulistas e de todos os brasileiros. Vocês são VENCEDORES (assim mesmo, em negrito e letra maiúscula), com a certeza de que nada (nem a COVID-19) vai tirar o protagonismo de vocês no cenário econômico e social da Nação. E comemorem muito a passagem do próximo dia 8 de julho, o Dia do Panificador, contando com o apoio, o trabalho e a parceria do SAMPAPÃO para a conquista de dias sempre melhores!